Depois de não sei quantos meses sentindo saudade, resolvi editar os poucos vídeos que fiz no mochilão, em final de junho/julho deste ano. Coloquei parte das filmagens com a ex-colega de quarto Cami. Até Londres, fizemos um clipe da música Sax, da Fleur East.
Sempre que me sinto mal com algo que aconteceu em São Paulo, dou um play para me sentir melhor. As lembranças são meio terapia mesmo.
Algarve, a rica sub-região de Portugal, é um dos destinos mais procurados pelos europeus que cansaram do frio de seus países. São diversas opções de praias, já que a região é composta por 16 municípios, entre eles, Faro e Lagos, onde fui dar um mergulho quase impossível. Lá, se ouve muito inglês nativo, britânicos e estadunidenses parecem amar o lugar.
De avião a Faro, de ônibus a Lagos. A primeira praia em Lagos foi a da Batata, pequena e charmosa, mas com água gelada demais. A segunda, Dona Ana, era maior e com muitas rochas. A areia, terrível, repleta de conchas pontudas e impossível de andar tranquilamente, a água, igualmente fria, mas o mar era calmo e sem ondas. Quem me dera se conseguisse ficar dentro por mais de meia hora. Fizemos um passeio de barco e vimos paisagens lindas. O capitão era uma simpatia e as rochas tinham nomes de animais em que se pareciam.
A enorme Meia Praia se parece mais com o Brasil, mas suas ondas são muito fortes e tomar rola é fácil. Perdi o biquíni para a onda algumas vezes e quase fiquei topless como as muitas mulheres europeias. A areia é a melhor de todas, mais fofa e confortável. Minha praia preferida.
Já em Faro só ficamos pela cidade, que é um cubículo. Andávamos e parávamos no mesmo lugar. Estava acontecendo um jogo de Portugal para a Eurocopa e o telão ficou lotado de torcedores. No centro há muitas lojas para passar o tempo.
Foi uma viagem de férias típica. Praia, amigos e queimadura de sol.